E se você não fizer a otomodelação?

A pergunta que quase ninguém faz — mas que muda tudo.

Antes de pensar por que fazer a otomodelação, eu te convido a refletir sobre o contrário:
o que acontece se você continuar adiando?

Porque, na prática, a maior objeção não é só o procedimento.
É o tempo que você passa convivendo com algo que já te incomoda há anos.

A objeção real não é o medo do procedimento!

É o medo de continuar do mesmo jeito.

Quem convive com orelhas de abano raramente sofre apenas por estética. O impacto é silencioso, acumulativo e profundamente emocional.

Você pode até dizer que “não liga mais”.
Mas continua:

  • evitando prender o cabelo
  • escolhendo acessórios estratégicos
  • ajustando poses em fotos
  • entrando em ambientes já se antecipando ao olhar do outro

Isso não é vaidade.
Isso é autoimagem em constante estado de defesa.

E viver assim custa caro para a autoestima.

A dor que ninguém verbaliza (mas todo mundo sente)

A dor não é a orelha.
A dor é:

  • pensar nisso todos os dias
  • lembrar disso em momentos simples
  • sentir que algo em você chama atenção antes da sua presença

Com o tempo, o incômodo deixa de ser pontual e vira identidade.
Você passa a se definir por aquilo que gostaria de não ter.

E aqui está a reversão importante:

👉 Não fazer a otomodelação não mantém tudo igual.
Ela mantém o incômodo ativo, todos os dias.

Mas como funciona, afinal? (de forma objetiva)

A otomodelação é um procedimento minimamente invasivo que atua diretamente na cartilagem da orelha, reposicionando-a de forma natural e harmônica em relação ao rosto.

Tecnicamente, o objetivo é:

  • reduzir a projeção da orelha
  • corrigir assimetrias
  • preservar a anatomia natural, sem aspecto artificial

Tudo isso sem cortes cirúrgicos extensos e com retorno rápido à rotina, quando bem indicado e executado por profissional habilitado.

Mas o ponto principal não é a técnica.
É o efeito emocional que vem depois.

O verdadeiro “depois” que ninguém te explica

Depois da otomodelação, o que mais surpreende os pacientes não é o espelho.
É o silêncio mental.

Silêncio de não precisar pensar.
Silêncio de não se antecipar.
Silêncio de não se esconder.

Esse alívio emocional é o que mais gera impacto na autoestima — e é por isso que tantas pessoas dizem:

“Eu deveria ter feito antes.”

Depois de ler esse artigo, você ainda deve estar pensando “Será que eu faço?”

“Até quando eu vou conviver com algo que já sei que me incomoda?”

A decisão não é estética.
É emocional, psicológica e pessoal.

Quando você entende isso, a otomodelação deixa de ser um procedimento — e passa a ser uma SOLUÇÃO.

Dra. Rafaela Misono

Dra. Rafaela Misono

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