
Otomodelação vai além da estética!
Durante muito tempo, a otomodelação foi tratada apenas como um procedimento para correção de orelhas de abano. O foco estava na técnica, na anatomia e na simetria. Esses pontos são importantes, mas, com a prática clínica, ficou claro que a verdadeira motivação do paciente vai muito além da aparência.
Depois de atender mais de 100 pacientes em otomodelação, compreendi que o que leva alguém a buscar esse procedimento está profundamente ligado à autoestima e à forma como essa pessoa se sente no próprio corpo.
A anamnese mostra dados. A conversa revela a dor.
Na ficha de anamnese, o paciente descreve sua queixa estética. Porém, é durante a avaliação clínica e nas conversas pré-procedimento que surgem os relatos mais significativos.
Com frequência, o paciente começa dizendo que “já se acostumou” ou que “não é algo tão importante”. Mas, conforme a conversa avança, aparecem padrões muito claros:
- Evitar prender o cabelo
- Usar acessórios para esconder as orelhas
- Pensar em ângulos antes de tirar fotos
- Lembranças de comentários feitos ainda na infância
- Sensação de que as orelhas chamam atenção antes da própria presença
Esses relatos não são pontuais. Eles se repetem.
O impacto da orelha de abano na autoestima!
Conviver com orelhas de abano, para muitos pacientes, é uma experiência que começa cedo. Ao longo da vida, a pessoa aprende a se adaptar, a se proteger e a se antecipar ao julgamento alheio.
Esse processo constante gera um desgaste emocional silencioso. Com o tempo, o incômodo deixa de ser apenas estético e passa a influenciar:
- autoconfiança
- postura corporal
- comportamento social
- liberdade de expressão
Viver em estado de adaptação permanente também cansa.
Como funciona a otomodelação (de forma objetiva).
Tecnicamente, a otomodelação é um procedimento minimamente invasivo que atua diretamente na cartilagem da orelha, promovendo seu reposicionamento de forma natural e harmônica em relação ao rosto.
O objetivo é:
- reduzir a projeção excessiva da orelha
- corrigir assimetrias
- preservar a anatomia natural
Quando bem indicada e realizada por profissional habilitado, a otomodelação não altera a identidade do paciente — apenas corrige um detalhe que gera desconforto.
A verdadeira transformação acontece depois!
Após o procedimento, os relatos mais marcantes raramente são técnicos. O que os pacientes descrevem é algo mais profundo:
“Eu não penso mais nisso.”
“Parei de me esconder.”
“Minha relação comigo mesma mudou.”
A vida após a otomodelação costuma ser marcada por leveza. A ausência da preocupação constante gera um impacto direto na autoestima e na forma como a pessoa se posiciona no mundo.
Por que decidi escrever este artigo sobre otomodelação?
Ao perceber que esse padrão emocional se repetia em dezenas de atendimentos, entendi que falar apenas da técnica não era suficiente.
Este artigo foi escrito para abordar a otomodelação sob uma perspectiva mais humana: não apenas como um procedimento estético, mas como uma decisão que encerra um ciclo de incômodo emocional que, para muitos pacientes, começou ainda na infância.
A otomodelação não muda quem você é.
Ela apenas retira algo que nunca deveria ter pesado tanto.
Caso esse artigo faça sentido para você, me envie um Whatsapp, para que possamos agendar uma conversa online ou presencial!
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